segunda-feira, 22 de maio de 2023

Entre crônicas e bibliografias

 Alô, Alô aqui quem fala é a Eme!

Estou aqui tentando escrever meus textos para os trabalhos finais da minha última pós-graduação. Eu disse: ÚLTIMA! Eu ouvi um amém? risos

Claro que vou aproveitar que as aventuras da vida amorosa da Theodora estão mais parada do que água de represa para escrever meus trabalhos finais da pós. 

É por isso que ela sumiu um pouco daqui. Não tem nada pra contar coitadinha, nenhuma novidade sequer. Tá numa bad! Perdeu um amor e eu bem que avisei: Ninguém fala te amo assim tão rápido. Duvide sempre quando isso acontecer. E ela nem me deu ouvidos.

AH! ela também pegou conversa dele com a ex-namorada no computador. Ela me pediu pra não contar isso pra ninguém, mas pronto - falei.

Deixa ela lá no mundinho dela pensando na vida. Enquanto isso eu vou escrevendo meus textos, atualizando meu trabalho (porque ela com sua vida maluca, não me deixa trabalhar direito) e vivendo como tem que ser, viajando, passeando e trabalhando.

O verão está chegando e acho que vai ter muito texto legal da Théo. Ela vai viajar e vai ter uma baita história para contar. Já que ela deu um tempo na vida sentimental, a vida aventureira ela resolveu colocar pra jogo. Vem muita viagem e muita coisa boa por aí!

Enquanto isso, sigo eu, Eme, com meus textos sem saber o que escrever. São duas crônicas de 5 páginas cada! SOCORRO! Além disso tem também um texto bibliográfico. Tô na dúvida se faço uma biografia da Théo ou minha mesmo. 

Os dias por aqui estão meio sem graça. Não sei se é porque eu tenho muito trabalho ou se é porque os dias estão chuvosos. Morar perto do mar é vida, mas com chuva dá uma tristezinha danada!

Bom, já são 22h12 e o Mirtazapina já está começando a fazer efeito. Sigo sem conseguir começar os 3 textos que tenho pra entregar, mas foi bom vir aqui falar/escrever sozinha, sempre é!


Beijos de Luz 

quinta-feira, 10 de março de 2022

O amanhã é um novo dia!

Vendo o relato recente da Juliette (Ex-BBB), veio a minha mente tudo que vivi no início de 2020. Eu tinha acabado de voltar das minhas férias em Portugal, estava felizona e com mil planos na cabeça. Era segunda-feira. Fui acompanhar minha mãe em um exame de rotina com seu neurologista. Há um tempinho descobrimos que minha mãe tem um meningioma cerebral (tumor benigno) e dois aneurismas. Na época, ela realizou um procedimento chamado “embolização” para conter o avanço de um dos aneurismas, que era o mais preocupante. Correu tudo bem, e agora apenas fazemos acompanhamentos anuais para ambas situações.

Um dos principais motivos do desenvolvimento do aneurisma é a genética, ou seja, uma tendência hereditária (de mãe para filho e assim por diante). O neurologista da minha mãe nos alertou que a doença pode afetar até a quinta geração da nossa família a partir da minha mãe, por isso, é muito importante que todos nós façamos o exame de angioressonância. É nele que as veias do seu cérebro são observadas e avaliadas.

Enquanto eu acompanhava minha mãe no seu retorno anual, Dr. Francisco me pediu, mais uma vez, que fizesse a angioressonância (sim, ele já tinha me pedido mil vezes, desde o dia que descobrimos o problema da minha mãe). Eu sempre relutava em fazer, pois morria de medo de descobrir ter aneurisma.

Nesse dia, nada me impedia de fazer. Contei meus planos de estudar fora e ele disse que eu realmente precisava fazer para ir tranquila. Saí da sala dele e já consegui uma vaga para o exame. Tiveram que aplicar contraste na minha veia, o que significa que tinham que avaliar melhor algo ali. Travei dentro daquela máquina. Pensei, pronto, vou morrer. E meus planos, sonhos? Socorro, Deus!

No dia de levar o resultado, nenhuma surpresa. Tinha algo ali e ele disse que tudo indicava ser um aneurisma, mas que precisava de um exame mais específico: uma angioplastia (cateterismo). Aí pronto!! Pensei que era meu fim! Já nem pensava mais nos meus planos e nem queria sonhar mais. Marquei o exame para 28 de fevereiro de 2020. Fiquei um mês tensa e prometi só pensar nos meus planos depois do resultado. Na verdade, foi o mês que mais demorou a passar no ano. Pai santo!! 

Chegou o dia do procedimento. Fiz com o Dr. Elias Rabahi e sua equipe. Graças a Deus eu sempre estive em boas mãos. Os médicos disseram que o procedimento não poderia ter anestesia, que eu ia ver tudo, ficaria acordada. Logo eu, Maria Ansiedade?!!! Não ia conseguir nunca ver um cateter entrando pela minha perna e chegando até  meu cérebro. Só de escrever aqui e relembrar já dá uma moleza (risos). Chorei, falei que não ia conseguir e eles resolveram me sedar.

Me despedi da minha mãe e pensei: adeus mundo! Sou meio dramática assim mesmo, foi assim na minha rinoplastia e em uma outra cirurgia que fiz. Ao fim do procedimento, sobrevivi, acordei com a minha mãe do meu lado. Eu chorava e não falava nada com nada por conta do sedativo. Fiquei bem grogue! Recebi uma ligação que acalmou meu coração e que me dava a certeza que tudo ia ficar bem. Eu tinha planos e eles não podiam acabar ali.

Dr. Elias apareceu no corredor enquanto eu me recuperava da anestesia e me deu a melhor notícia que eu poderia ter naquele ano. “Fique tranquila, não é um aneurisma, é apenas uma formação diferente da sua veia. Pode viver tranquila e sem medos”, disse ele, segurando a minha mão. Eu chorei, mas foi de alegria e de alívio. Dr. Francisco, quando viu o resultado da angioplastia, disse o mesmo, mas pediu que eu refizesse o exame a cada cinco anos. É um cuidado a mais para evitar o pior.

Voltei a sonhar, planejar meu futuro e a realizar tudo que tenho buscado. A vida é um sopro e amanhã podemos não estar aqui. Tudo isso que passei me fez valorizar ainda mais as oportunidades, os pequenos momentos, as pessoas e os sorrisos.  Resolvi escrever aqui pra guardar esse tempo e nunca esquecer que “amanhã é outro dia”.



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Eu vim estudar...

Sejam bem-vindos ao meu infinito particular! 

Esse texto é aquele ponta pé inicial do meu diário de aventuras em terras portuguesas e é também pra deixar registrado a maior loucura que já fiz na vida, que foi  sair da minha zona de conforto para viver um dos meus sonhos: estudar e viver em outro país.

Tem muita gente que vê as atualizações do meu instagram e não entende nada! 

- Que menina doida, isso é #TBT?
- Não, ela tá lá mesmo!
- Santo pai!

A época não é a mais propícia, pandemia no auge, muitos doentes, tempo triste, mas quando o assunto é sonhos, nunca podemos esperar o tempo certo, afinal esse tempo é quando a gente quer e quando Deus permite. A realização dos nossos sonhos depende exclusivamente de nós. Se eu tivesse esperado a “hora certa” eu nem sei como estaria agora.

O segredo é planejar e deixar Deus agir. Você vai saber que é o momento quando tudo for dando certo. Fiz minha inscrição na pós-graduação que sempre quis em setembro e em novembro saiu o resultado: Aprovada! Pensei no que fazer até dezembro e resolvi que aproveitaria essa oportunidade. Pedi demissão dos meus dois empregos (assessoria de comunicação do vice-governador de Goiás e produção da TV Pai Eterno) e vendi meu carro, com menos de 1 ano de uso e só 7 mil quilômetros rodados. 

Tudo isso com o coração muito apertado, porque foi muito difícil abrir mão de uma vida profissional construída com muita dedicação e trabalho. Deixar os amigos então nem se fala, mas eu só pensava que era por uma boa causa e tinha em mente que daria tudo certo. 

Falei do trabalho, mas deixar minha família e minha cachorra foi, sem dúvida nenhuma, a parte mais difícil de toda essa história. Meu Deus! Eu acordei várias vezes no meio da noite para abraçar minha cachorra e olhar minha mãe dormir e ao mesmo tempo pra pensar como seria minha vida longe delas. A parte boa nisso tudo é que Deus dá uma força pra gente que nem sei explicar.

O visto de estudante chegou cinco dias antes da data da viagem. Cada despedida foi um choro só! Hoje vivo aqui em Portugal. O país passa por momentos delicados por conta da pandemia da Covid-19. Estou confinada desde o dia em que cheguei aqui. As aulas estão sendo online, mas eu estou completamente apaixonada pelo meu curso e feliz por ser exatamente o que eu queria. “Comunicação e Marketing para o Contexto Digital”. Tenho aproveitado as idas ao mercado para ver o mar e respirar um ar puro.

A pós é rápida, termina em agosto, e se eu tiver feito todas as viagens e tudo que tenho em mente, volto pra minha terra em setembro. Nada melhor que nosso lar e a nossa família. Por enquanto sigo aqui, realizando meus sonhos e dividindo tudo com vocês. Os perrengues e os dias de glória de uma pós-graduanda em Portugal.


Ah! E não deixem que o medo os impeça de correr atrás dos seus sonhos. Temos muito pouco tempo nesta vida, seja feliz em todas as circunstâncias.


Que Deus esteja sempre na frente de nossas vidas e de nossos sonhos!


#moraremportugal #viveremportugal #estudaremportugal #pósgraduação #lisboa #brasileirosemportugal #brasil #intercâmbio #cultura #estudos #sonhos




terça-feira, 14 de julho de 2020

Cappuccino Cremoso!


Oi, gente!!

Meus amigos conhecem minha paixão por cappuccino que acompanhado do pão na chapa é o meu tormento diário! Rs

Vi essa receita na internet há mais ou menos um mês. Achei bonita e que poderia ficar parecido com o cappuccino que compro diariamente na “Panificadora Moreira” em campinas.

Sai do trabalho e no caminho para casa, resolvi que faria o tal cappuccino. Passei no mercado comprei os ingredientes e lá fui eu. Comecei a fazer, minha mãe deu uma olhada naquele negócio líquido demais e disse: “Certeza que é cappuccino?” eu respondi rindo, que achava que sim.

O braço doeu, mas no final o cappuccino saiu e ficou bem gostoso! Fiquei tão feliz que postei no Instagram a minha vitória na cozinha. Não sou muita boa quando o assunto é esse, então, precisava comemorar e exaltar a conquista! Ahahah

Muita gente me pediu a receita e resolvi compartilhar no meu blog junto com esse pequeno texto já que toda jornalista raiz gosta de descrever o feito ou o fato!

Espero que vocês gostem!

Ah! Preparei o meu com leite e, para uma xícara média, usei duas colheres de cappuccino. Tem pessoas que preferem preparar seu cappuccino com água, então você decide o que mais gosta finalize com o chantilly e seja feliz!

Ingredientes:

  • 300g de açúcar refinado
  • 50g de café solúvel (Usei o Nescafé)
  • 75g de chocolate em pó (50% cacau) - usei o que eu tinha em casa: Toddy
  • 200ml de água fria
  • Canela a gosto (como não gosto eu não usei no meu preparo)

Modo de preparo:

  • Bata todos os ingredientes na batedeira por aproximadamente 10 minutos até virar mousse.
  • 2 Depois de pronto, coloque no freezer
  • Atenção: O cappuccino tem uma data de validade de 40 dias (estando direto no freezer).



Como não tenho uma xícara bonita, peguei essa foto da internet, mas o café é isso ai! :)


sábado, 4 de julho de 2020

Eita, a tal da música!

Já parou para pensar o quanto você mudou no decorrer da sua vida? A correria do dia a dia nos impede de fazer algumas reflexões que fazem bem pra nossa alma. Matar a saudade de um tempo bom renova. É bom olhar pra trás e ver o quanto mudamos, o quanto evoluímos, vivemos e  melhoramos.

Tô aqui em casa, em um baita sábado, no meio de uma quarentena pandêmica bebendo uma cerveja e ouvindo músicas que me lembram uma época massa da minha vida. Não que agora tenho vivido um tempo menos legal que antes, pelo contrário, tem sido sensacional.

Tá bom! Tudo bem que tem sido um tempo meio estranho, com muita coisa louca acontecendo, mas pensar em coisas boas faz tudo ficar melhor. Eu amo relembrar os tempos áureos da minha vida por meio da música! Música marca demais. Todo mundo tem aquela música que te lembra algo ou alguém. Música é vida!

Comecei meu momento retrô ouvindo Jota Quest e lembrei de quando me mudei pra Goiânia. Todo fim de semana tinha um show na cidade. Jota Quest e Dado Vila-Lobos foi o meu primeiro show. Na época, morava com meus tios e tinha hora pra chegar em casa (essa parte era chata, mas mesmo assim era legal).  Tudo era novidade, e a música que marcou bastante esse dia foi “Encontrar Alguém”.  Eu não tinha ninguém pra encontrar, muito menos pra cantar comigo, mas curti a música inteirinha. Ahahah

Depois ouvi Titãs. Teve uma época que a música “Flores” era muito tocada em Goiânia. E nesse tempo teve show do Rappa no “Ara Macao”. Quem é dessa época sabe o que é isso. Pra quem não é desse tempo, eu explico: Esse nome é de um espaço de eventos que existia no Clube Jaó, onde aconteciam os melhores shows e as melhores festas da cidade. Bons tempos!! Fui com minha amiga Anastácia, cantamos todas as músicas e encontramos Goiânia inteira nesse show. Foi demais e, como sempre, voltei pra casa bem cedo, hora marcada e “tali” coisa!

Também ouvi Paralamas do Sucesso! Gosto de todas as músicas dessa banda maravilhosa! Aprendi a gostar de todos esses artistas, com meu primo, Fabrício! Sempre fomos muito parceiros! Não tive a oportunidade de ir a nenhum show do Paralamas, mas as músicas marcaram um tempo muito bom em minha vida. Tempo em que eu saia do colégio, andava mais de 10 quarteirões a pé com minha amiga Fernanda pra chegar em casa e ainda assistia o TVZ do Multishow antes do almoço. Não tínhamos muita preocupação e tudo era tão mais fácil! Rsss
Do Paralamas posso citar algumas músicas preferidas: “Meu Erro – com Zizi Posse; Lanterna dos Afogados; La Bella Luna e Saber Amar”.

Ai que saudade gente!

Quando o assunto é lembranças, o “Rappa” não pode ficar de fora de jeito nenhum. Ouvia muito na minha adolescência. O Rappa e Nativus (nome da banda Natiruts na época) foi um outro show muito bom que fui com a Anastácia! A gente ia em todos!! Ahaha

Eu sabia todas as músicas! Fui de Goiânia à Porto Seguro ouvindo esse CD. Sim, na época o som do carro era de CD. Como eu não durmo em viagem, decorei todas as músicas. Me lembro também, das rodas de amigos em Iporá.  O “Cuiei” tocando violão e todo mundo acompanhando. Nossas férias eram regadas a encontro dos amigos e muita conversa boa. Dessa época eu lembro também que ele tocava sempre “Chão de Giz do Zé Ramalho. Era bom demais. E quando chegou a época do vestibular? Cada amigo que passava a gente fazia uma festa! Minha mãe quase enlouquecia! Todo dia a gente tinha um motivo pra encontrar a turma e ouvir boas músicas. Que bom que temos pra aflorar as nossas memórias!!

Lembrei também de todos os feriados, da pecuária, férias, comemorações de vestibulares em minha cidade. A música marcava tanto nessa época, que existiam as serenas. Ah! As serenatas!! Essas sim eternizaram momentos e marcaram muitos corações. Quem viveu isso em Iporá entende bem o que eu estou falando! rss

Lembro-me de sentar na porta da casa de uns amigos (interior tem muito isso de sentar na porta de casa pra jogar conversa fora), ouvir música e pensar no futuro. Ainda estávamos no 2º grau e não tínhamos a menor ideia do que seria de nós dali p/ frente! Esses meus amigos formaram em Uberaba, (Fisioterapia e Odontologia), casaram e hoje voltaram para Iporá. São felizes lá, cada um com sua família.

Finalizei a tarde de lembrança musical ouvindo kizomba e lembrando da última viagem que fiz! Pra cada momento da vida da gente existe uma música! Hoje, mesmo com a correria do dia a dia ainda podemos ter lembranças e viver momentos que lembraremos em um futuro bem próximo. Faz bem lembrar o que vivemos, o que mudou em nossa vida e ainda, dá pra pensar e quem sabe fazer planos para o futuro. Coisa boa é saber viver o momento e ser feliz independente das circunstâncias.

E você, me diz ai se a música marca sua vida. E se a resposta for sim, qual é a música marcante?!

terça-feira, 30 de junho de 2020

Sobre medos...

Você já parou para pensar sobre o quanto o “medo” atrapalha a gente? Ontem fui dormir pensando em quanta coisa legal já deixei de fazer simplesmente por medo de dar errado, de julgamentos ou até mesmo de me arrepender depois.

Logo que me formei e comecei a trabalhar com jornalismo, uma ex-chefe me pediu um artigo e eu pensei: “Meu Deus, eu não sei fazer isso!”. Quase perdi o emprego porque eu não fiz o texto. Não tinha ideia por onde começar, mas posso dizer uma verdade? Eu nem tentei. Coloquei na minha cabeça que eu não sabia fazer e pronto.

Carreguei isso comigo uma vida inteira. Essa ex-chefe tentou mais algumas vezes, em vão. Seis anos se passaram e comecei em um outro emprego. O primeiro assunto falado na entrevista foi “você faz artigo?”. Eu estava desempregada, etão respondi na lata, com o coração apertado e o medo entalado na garganta: “Sim, eu sei fazer artigo”.

Acreditem, saí da entrevista torcendo para não dar certo porque eu teria que fazer o tal do artigo. Uma semana depois me ligaram. Deixei cerca de 30 concorrentes pra trás e ganhei a vaga. Fiquei DESESPERADA. Um misto de sentimentos tomou conta do meu ser: alegria por ter conseguido o emprego e medo porque eu ia ter que fazer vários artigos. Falei em voz alta: “Santo Pai, me ajuda”.

Na hora liguei para uma amiga, meu braço direito, a melhor editora de todos os tempos. "Amiga do céu, me ajuda. Você acha que eu consigo?". Eu precisava do emprego, ela acreditou mais em mim do que eu mesma. E no final de  toda conversa me disse: "eu te ajudo no que você precisar! 
Ps.: Os amigos fazem toda diferença em nossa vida, né gente?

Lá fui eu, aceitei o emprego. Escrevia matérias, conteúdo para redes e ARTIGOS! Escrevia e mandava para essa minha amiga avaliar. Ela me dizia o que podia ser melhorado e eu sentava e escrevia mais e mais e mais. Até os olhos arderem!

O primeiro artigo que fiz consegui que fosse publicado no veículo de maior expressão em meu Estado. Quem assinou foi um cliente que hoje trabalha no mesmo local que eu. Tenho o jornal guardado até hoje. rss

Depois disso, vieram outros artigos e a cada publicação eu vibrava por dentro por entender que eu sempre fui capaz, o que me atrapalhava era o meu “medo” de não conseguir, de falhar. 

Esta semana decidi escrever o meu primeiro artigo, que eu mesma assinei. De forma simples, falei sobre a importância do amor em tempos difíceis como o que estamos vivendo. Essa pandemia tá deixando nossa vida de cabeça p/ baixo!

Meu artigo foi publicado no jornal da minha cidade. Fiquei feliz por ter marcado este momento da minha vida, em que venci um trauma em um veículo da terra que vem meus valores, o lugar de minha essência, onde estão minhas raízes e que marca toda minha trajetória como ser humano. Como a filha do Edson e da Maria Virgínia. Eu consegui! Medo superado. Praticar ajuda bastante!  Quem diria!!! ahahaha

Com esse texto que quero incentivar você a vencer seus medos. Assim como eu fui capaz, você também é. Tenha objetivos, lute por suas conquistas, viva sem medo. Seja feliz!

Crédito: Jota Eurípedes


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Cuidemos do nosso HOJE!

Tenho recebido tantas notícias de falecimentos de pessoas queridas de um amigo aqui, de outro acolá, que fico pensando sobre a maneira como vivemos atualmente, em meio a uma correria que nos deixa um raro espaço para que possamos dedicar um tempo às pessoas que amamos. É aquela velha história: devemos aproveitar aquele momento feliz, ele pode não se repetir. A frase é simples e clichê, mas é verídica e se pensarmos com profundidade veremos que de fato a gente perde muitas oportunidades de ser feliz, por receio ou até por esquecer que a vida é "trem bala". 

Não sabemos como será o amanhã. Podemos planejar, sonhar, mas o futuro pertence somente a Deus e a sua vontade e os seus planos são bons, perfeitos e agradáveis (Romanos 12:2). Confiemos no senhor, mas nem por isso deixemos de viver ao máximo as delícias da vida rodeados de amor!

Não deixe de dizer que ama alguém quando você realmente amar. Abrace mais, fale mais, seja presente. Cuide e jamais deixe para um outro dia o que você pode viver hoje. Seja um café com seus pais ou um acompanhamento em uma consulta médica, isso pode fazer diferença.

O mundo em que vivemos está carente de amor, de gestos e de carinho. Pare e olhe ao seu redor e responda a essas perguntas: Falou com seu irmão hoje? abraçou seus pais? (se ainda os tiver presente em sua vida), ou se morarem longe de ti, falou com eles hoje? E seus amigos, como vão?   Não vale responder: Ah, ele está bem, vi pelo instagram que está super feliz!

Em tempos de redes sociais o desamor desabrochou e elas têm nos afastado cada dia mais do que é realmente especial em nossas vidas. O que quero dizer com esse texto é: aproveite os bons e maus momentos para abraçar quem você ama e dizer o quanto esta pessoa é especial. Amanhã podemos não mais estar aqui ou não ter quem queremos, e aí, será que você foi feliz?

A vida é realmente curta. Desejo que possamos saber transformar momentos tristes e de chateações em oportunidades de amor, em realizações de sonhos e em demonstração de
afeto. Viver de forma simples, sem ostentação, mas com amor, pode ser maravilhoso. Só depende de nós.

Com amor, Eme!



segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Dos lugares que visitei, Portugal foi o que mais amei!


Já pararam para pensar que cada dia de nossa vida rende uma história? Alegrias, surpresas, acaso, destino, Deus, tristezas, choros, incertezas... Um misto de sentimentos que fazem de nós seres humanos mais vividos e esclarecidos. Certos de que o tempo é valioso e que cada abrir dos olhos é motivo de agradecer. 

Foi assim minha última viagem. Saí de casa sem querer ir e fui surpreendida por Deus. Visitar minha tia era o plano inicial e, no final, voltei de lá deixando um pedacinho de mim. A primeira parada foi Lisboa. Cidade linda, de um povo caloroso, onde me senti bem e em paz. O dia estava lindo. O sol e o frio me receberam de maneira agradável. De toda forma, quase congelei!  Mas o abraço da minha tia aqueceu-me. Muitos anos sem nos ver, as lágrimas caíram e ali começaram meus dias em terras portuguesas.

No primeiro dia fomos jantar na casa de um casal de amigos portugueses. Ah! Tão queridos. Fiquei completamente encantada com a recepção. Muita conversa boa, mesa farta e vinho, muito vinho. Bebi tanto que no fim das contas estava quase a confundir Emelline com “Dona Ermelinda” (risos).

A cada dia que passava, conhecia mais pessoas especiais. O povo português tem um coração bom e uma alma transparente. Fiquei muito impressionada com isso. No segundo dia, quase não acordei. Depois de sobreviver ao Dona Ermelinda, resolvemos ir ao Casino. Lá consegui perder minha bolsinha de dinheiro antes mesmo de começar a jogar. Desejei sorte ao infeliz que a encontrou e não me devolveu. Mas como dizem que precisamos perder para ganhar, antes que o dia terminasse, conheci mais uma pessoa especial. Eita, que essa foi especial demais! Até esqueci do dinheiro que perdi no Casino.

Alguns chamam de destino, outros chamam de sorte. Têm algumas coisas que acontecem na vida dá gente que não dá para explicar. Sei lá, parece que precisava acontecer. Só precisamos entender qual a lição podemos tirar desses acontecimentos, até porque nada é por acaso nessa vida, se aconteceu, tinha que acontecer!

O terceiro dia amanheceu mais frio que o normal. Partimos em direção a Sintra. Bateria dos celulares carregadas com o GPS no comando de tudo, depois de Deus, é claro! Perdemos as contas de quantas vezes erramos o caminho dos castelos que queríamos conhecer. Ficamos mais de uma hora subindo e descendo a serra à procura do lugar certo para estacionarmos o carro que meu amigo me emprestou nos dias em que estive nas terras de Cabral. Graças ao roteiro personalizado do @conversadeviagem, encontramos a Vila de Sintra. Uau! Que lugar lindo. Que povo lindo. A fome batia e paramos para comer. Meu pedido foi um carpaccio de carne. Não tem erro. Tudo bem que não era melhor que o carpaccio do Mercatto (meu preferido da vida), mas, acompanhado de um vinho, desceu super bem.

Em Portugal pode-se dirigir depois de uma taça de vinho. Só é preciso ter controle e não passar disso. Consegui! Pelo menos durante os momentos em que estava ao volante, correu tudo bem. (risos)

A minha tia e a nossa amiga não foram tão felizes em seus pedidos. Reclamaram a valer da escolha, do restaurante e de mais algumas coisitas, mas acho que de resto elas foram felizes durante a viagem.

Nos empolgamos na Vila de Sintra e, quando conseguimos chegar ao Palácio Quinta da Regaleira, o local tinha acabado de fechar para visitação. Os outros nem tentamos por ser o mesmo horário de funcionamento. Prometi voltar para visitar os Castelos e Palácios. Apesar de feliz e bastante proveitoso, um dia foi muito pouco para usufruir de tanta beleza.

Chegamos em casa em paz. Modéstia à parte, a motorista era muito boa e fez toda diferença. (risos). Me achei muito empoderada dirigindo na Europa. Só para constar!

Se você gostou do texto e está ansioso (a) para a continuação, comenta! ahahah







quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Feedback de respeito




Desde julho, tenho dormido pensando nesta postagem. Risos

Durante uma festa de aniversário de uma best friend em Iporá, minha cidade natal, encontrei vários amigos de infância, entre eles, uma amiga que não encontrava há tempos. Depois que a gente cresce, nossa vida, que antes era bem calma e rodeada de amigos com os mesmos propósitos (ir ao clube, comer sanduíche, jogar bola, brincar de adedonha e afins), vira uma coisa de louco, com muito trabalho, pouco dinheiro e é um tempo em que encontrar os amigos de infância é uma missão quase impossível. É cada um correndo atrás dos seus sonhos e aquele ditado “Cada uma para si e Deus para todos”.

Como não gosto de nomear meus personagens, não vou colocar o nome dessa minha amiga aqui. Ela me viu de longe, e foi falar comigo. Nos abraçamos e ela me contou que leu meu blog várias vezes até criar coragem para fazer sua tão sonhada rinoplastia. Nem sei explicar o que eu senti, pois achei que só eu entrava aqui. Um lugar público, numa terra sem lei, onde eu coloco um pouco de mim e que até então eu achava que ninguém dava à mínima.

Ela me disse que a cada linha lida, a vontade de mudança aumentava. E ao ver o meu resultado, ela disse que não pensou duas vezes, mesmo depois de ler algumas vezes o texto. Foi lá, agendou a consulta e logo em seguida a cirurgia. “Emelline, você descreveu tudo como exatamente é, até o medo de morrer”, ela disse sorrindo.

Ouvir aquele feedback me deixou tão feliz que vocês não têm ideia do quanto isso me fez bem. Ah! E ver ainda que ela estava feliz e realizada, depois de ter feito o procedimento tão desejado, cara! Eu achei isso muito massa! Tão massa que resolvi falar de mais alguns procedimentos estéticos por aqui. Mais isso já é história para um próximo post (risos).

E ai, qual o feedback de vocês? Gostaram do texto?
Bjos da Emê

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O dia em Versailles

Vai ter continuação sim!! Bora lá...

Que eu gosto de foto, todo mundo sabe, né? Não é segredo para ninguém. Tia Marilda que o diga, quase virou uma fotógrafa profissional de tanta foto que tirou de mim durante essa viagem. Ahahaha

Ainda em Paris, acordamos bem cedinho, com a sensação térmica de -1°, praticamente congeladas, resolvemos que passaríamos o dia em Versailles. Por ser um pouco afastado e muito grande, precisávamos de muito tempo para ver tudo por lá.

Caía uma chuvinha fina, minha tia resolveu comprar uma sombrinha. Eu achei que o chuvisco ia parar e não comprei. Na verdade queria economizar para comprar perfumes. Ahahaha Me lasquei, choveu o dia todo!  Lembro que a sombrinha era bem bonitinha, charmosa, toda silkada com o nome da cidade mais linda do mundo “Paris”. Mas posso falar uma verdade? bem fraquinha viu! No primeiro vento ela já ficou toda torta. Lá fomos nós, assim mesmo, no chuvisco e de sombrinha torta. Eu e minha tia gargalhávamos com a situação, mas estávamos em Paris,  né bem?  tudo era festa. (Risos)

Chegando em Versailles, gente do céu! Tinha uma fila gigante para entrar e o chuvisco engrossou. Pensa a situação: um frio de lascar, ou melhor, de congelar, e eu e minha tia dividindo uma sombrinha torta em uma mega fila. Cada um na fila reclamando em uma língua diferente. Ahahhaha foi muito engraçado! A sombrinha “troncha” nos salvou. A maioria dos visitantes não tinham levado nada e as sacolas de souvenirs dos passeios anteriores, guardadas na bolsa, viraram sombrinhas.

Conseguimos entrar, a segurança era tremenda. Fomos logo depois do último atentado em Paris, em novembro de 2015, então a atenção era dobrada. Lá dentro nos deram um "radinho" que explicava tudo, cada ambiente, cada quadro, tudo. O meu ficou no pescoço só de enfeite, porque não consegui colocar na língua Portuguesa. Mas tudo bem. Kkkk

Toda hora que parávamos para tirarmos alguma foto, tínhamos que tirar as luvas para usar o touch do celular. Tirávamos a foto, colocávamos as luvas novamente porque os dedos já começavam a congelar. E era assim o tempo todo. Tira luva, tira foto, coloca luva. Nessa brincadeira minha tia perdeu a luva chique dela. Quase morreu de raiva. Me fez voltar vários ambientes procurando a luva e nada. Foi paia. Ela quase perdeu a mão congelada ahaha (brincadeira).

Eu tive sorte. Tava lá, toda na pose, tirei as luva, esqueci de colocar. Quando paramos para comer no Angelina (uma unidade da casa de chá bem famosa de Paris), me lembrei da luva. Voltei correndo e lá estava ela, linda e solitária no chão. Tá bom, ela não era tão linda assim, acho que por isso permaneceu intacta lá, mas era bem quentinha. Ahahahaha

Resolvemos descer para conhecer o jardim, estava tão frio que resolvemos percorrer tudo à pé para tentar esquentar o corpo. Andamos tanto, mas tanto, que em um momento quase paguei 35 euros no aluguel de um carrinho lá. Mas pensei nos perfumes e desisti. E detalhe: a sombrinha “troncha” sempre à tiracolo. Ainda bem que ela nos rendeu algumas fotos legais.  Ahahaha

Amava soprar no vento e fazer fumaça (coisa de turista que quase não pega temperaturas baixas). Ahaha Era frio que não acabava mais. Andamos, andamos e andamos. Fotos e mais fotos. Voltamos para o hotel quase nove da noite. Estava morta, mas mesmo assim tomei um banho bem quente, coloquei calça, meia, botas, luva, cachecol, casaco e gorro e fui andar sozinha na Champs Elysées.

Aquilo parecia um sonho! A noite é ainda mais linda naquela cidade. Meu Deus! Olhava pra tudo e meus olhos brilhavam. Fiquei parada horas, agradecendo a Deus por estar ali, onde eu jamais imaginei que estaria um dia. Olhava pra frente e via o Arco do Triufo, pra baixo, lá no fundo, via a Torre Eifel. As luzes, o vai e vem das pessoas descendo a avenida mais importante de Paris, os monumentos iluminados. Queria que o tempo parasse ali, naquele exato momento. Não dá para explicar aqui a grandeza da beleza daquele momento, daquele lugar. Sempre que eu viajo, tiro um tempinho pra mim. Gosto de ficar sozinha para refletir sobre vida. Nas minhas viagens sempre tiro um tempinho para isso. Acho que todos nós precisamos de momentos assim, um verdadeiro refrigério para a alma. Esse meu momento em Paris foi um dos mais maravilhosos da minha vida.

Depois, aproveitei para comprar perfumes com as economias que fiz. E pasmem, sozinha, sem falar inglês ou francês. Por sorte entrei em uma loja que tinha uma vendedora portuguesa e ela entendia mais ou menos o que eu falava. A loja estava cheia de brasileiros, com as cestinhas cheias de perfumes, cheias mesmo, tipo de 10 perfumes para mais. Gostei bastante da Sephora de Paris. É animada, tem DJ e tudo mais. Parece festa!

No outro dia acordamos cedo e fomos embora. Jogamos a sombrinha fora, tive que deixar uma bota para trás, era ela ou os perfumes. Pegamos o trem e fomos para Londres...


Continua no próximo post...


Beijos da Emê




Nessa hora eu perdi minha luva






segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Chegando em Paris...

Apagando alguns arquivos do computador, achei este texto da minha viagem de férias (fevereiro) e resolvi compartilhar com vocês. Mesmo que bastante atrasado, vai que alguém gosta né? (risos)

Chegando a Paris, pegamos o metrô que é bem confuso e sem muita informação e fomos em busca do nosso hotel. Saímos do metrô e já demos de cara com o Arco do Triunfo. C-A-R-AM-B-A! Gente, vocês não tem noção de como eu fiquei, ver aquilo ali de tão perto, foi uma emoção única. Quase não acreditei que estava ali! Só caiu a ficha quando minha tia disse: “Eme, chega de fotos e vamos procurar o hotel”, é, ali eu vi que realmente estava lá.

Descemos a Avenida Wagran (a mesma do metrô e do Arco do Triunfo), e com poucos passos chegamos no hotel ( Hotel Neva). O frio era quase de congelar. Luva, gorro, cachecol, calça e blusa térmica, mais calça, mais blusa, casaco, meias, botas e mais luvas. Eu nunca tinha sentido tanto frio em minha vida! Sempre sonhei em viver em um lugar bem frio, mas agora vejo que preciso pensar mais um pouco a respeito (risos).

Uma cidade romântica e linda. A arquitetura gente, é sensacional, de perder horas e horas contemplando. Muita gente diz que os parisienses são grossos e sem educação. Não achamos nada disso, pelo contrário, ficamos encantadas com tanta educação. Para toda informação que pedíamos, começávamos com um “bonjour” e tudo se ajeitava. Eles até se desdobravam para tentar entender o inglês da minha tia (que por sinal, tem evoluído a cada dia) e nos orientavam como podiam.

Jardim de Luxemburgo foi o primeiro lugar que conhecemos. Minha tia montou um roteiro que quase seguimos à risca, se não fosse meu cansaço teríamos conseguido. Um lugar maravilhoso, aliás, o que em Paris não é maravilhoso né? Até o frio lá é bonito, mas dói. RS Fiquei impressionada como o parisiense gosta de correr. Um frio danado, eu me congelando toda, e a galera correndo pelo jardim. Se bem que me deu até vontade de correr com aquela paisagem de fundo. Mas que eu pirava, eu pirava. Parece que eles não sentem frio. Ahahahaha

Ganhei um pau de selfie de presente e resolvi levá-lo para a viagem. Pensei: “So preciso ter coragem de usar a primeira vez”, mas lá quem não tinha o tal “pau de selfie” sofria. Não dá para ficar pedindo toda hora para alguém tirar foto pra você. Então eu me acabei tirando fotos. Ahahah Minha tia não resistiu e se rendeu a facilidade e agilidade na hora das fotos. Tinha vendedor em todo canto, ela comprou o dela no Museu do Louvre por 10 euros.

Ai bem, não tinha para mais ninguém. Era cada uma por si e surra de foto para todo lado. Nos divertimos a valer. Foi tanta foto que já não tinha mais pose. Quase todas as fotos eu cruzava as perninhas e levantava as mãos.

Optamos por fazer um tour com o Big Bus (um ônibus de dois andares, que passa em todos os pontos turísticos da cidade). Você pode escolher a língua que quer a história de cada ponto visitado, pode descer e pegar os próximos ônibus pagando apenas 1 vez  e andando o dia inteiro, até cansar. Acho que pagamos 35 ou 32 euros cada uma.

Juro que sonhava visitar Paris quando se podia colocar cadeados na Pont Des Arts mais conhecida como a Ponte do amor. Eram cadeados que os namorados apaixonados fixavam na ponte para simbolizar o amor inquebrável, não cheguei a tempo e os cadeados foram proibidos. Acho que foi por isso que meu namoro não deu certo. Ahaha brincadeira gente! Os cadeados estavam prejudicando a estrutura da ponte e tiveram que ser retirados. Uma pena! Mas o lugar continua lindo e bem romântico. Muitos casais tirando foto ali.


Beijos da Emê
Palácio de Versailles

Museu do Louvre



Jardim De Luxemburgo - Paris.

Torre Eiffel, Paris.

Pont des Arts.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Bazar Estilo para todos os gostos

Para tudo, meninass!!!!

Quero dar uma dica pra vcs que gostam de "coisa boa" com aquele mega desconto. Começa hoje o Bazar Estilo com peças com até 70% de desconto. O melhor de tudo é que os itens são lindíssimos e bem sofisticados.

A Salt estará lá com calçados babados para as donzelas apaixonadas por sapatos. A marca chegou em Goiânia este ano em grande estilo com Adriane Galisteu na inauguração. Com loja no segundo piso do Flamboyant, a loja já balança a cabeça da mulherada, inclusive a minha. É cada sandália de tirar o fôlego! Sim, eu sou apaixonada por sapatos!!

Outra marca que estará presente no bazar é a Francesca Romana Diana, uma das mais conhecidas lojas de acessórios e bijuterias do Brasil e do mundo. A loja Rafaella Gurgel levará a moda praia e casual para o bazar com peças sofisticadas e de muito bom gosto. Novidades em acessórios são com a Julianna Borges. O bazar vai até sábado, 5, e acontece na  Bambôlla,  uma loja super linda com lingeries mais lindas ainda.

Ah! E o melhor é que os preços vão estar lindos como as peças do bazar.

Aproveitem gatonas!
Bjosss da Emê
#DicasdaEmê

*Pontos de referência para chegar até o bazar ► Los Compadres - estacionamento da academia BodyTech - Comida de Buteco e Loja Ivana Menezes


terça-feira, 15 de março de 2016

Minhas férias

Oi gente! Estava de férias, por isso dei uma sumidinha aqui do blog. Alguns acontecimentos tristes antecederam essas férias e acabei não conseguindo ter criatividade para escrever muita coisa (risos). Que bom que tudo na vida passa e os meus tão sonhados 20 dias de férias chegaram (ainda tenho 10). Escolhi visitar minha tia que vive em Londres, uma das melhores escolhas que fiz na vida. Claro que fiquei com o coração partido por não ter escolhido Portugal, lá também tenho uma tia maravilhosa, mas com certeza será meu próximo destino. Com a graça de Deus ainda este ano.

A viagem de ida foi bastante cansativa. Gente, 12 horas dentro de um avião, na classe econômica (sim, era a opção que mais se ajustava à minha vida financeira no momento), com centenas de pessoas e quase o tempo todo sobrevoando o mar, não é muito divertido. Meu amigo me disse pra tomar dois Dramin (medicamento utilizado para prevenir e tratar os sintomas de enjôo e vômitos) de uma vez para acordar só em Londres. Lá fui eu, tomei, mas não consegui dormir e ainda fiquei completamente boba. Acho que o efeito foi contrário, fiquei mega ligadona e as horas não passavam.

Enfim, foi chegada a hora de passar pela imigração. Gente, eu vi que realmente preciso aprender inglês (rindo alto). Levei uma carta da minha tia, levei um documento das minhas férias (tudo em inglês), levei seguro viagem e mesmo assim a mulher me fez mil perguntas. Eu consegui entender, mas para responder... Foi uma loucura! ( Ahahahah )No final das contas, acho que ela foi com minha cara e viu que eu realmente estava de férias. Mas com certeza deve ter achado estranho uma jornalista que não fala inglês. Paciência! Já estou olhando um curso, fiquem tranqüilas.

Passei pela imigração e minha tia estava lá, linda e phyna me esperando. Graças a Deus! O frio era tanto que eu nem consigo explicar. Na ida para a casa dela, eu só queria observar tudo, quase não conversei (risos). Tudo era muito novo e lindo. Até o povo dentro do metrô era bonito. Crianças saindo da escola, com uniformes escolares que só vemos em filme, fiquei apaixonada de cara. Os bebês, gente, não vi um com cara de joelho, todos lindos e da bochecha rosada por causa do frio. Fava vontade de apertar um por um. Queria trazer uns 10 p/ mim. Ahahah

Já em casa, fomos colocar a “prosa em dia”. Dormimos bem tarde, no dia seguinte seguimos para Paris, às 5h da manhã. Imagina minha cabeça como estava com o fuso horário. Não dormi a viagem inteira e acordei cinco da manhã do dia seguinte para viajar novamente. Fomos de Eurostar (trem), passamos por baixo do canal da mancha e finalmente chegamos a tão sonhada Paris. Meu Deus! Quase não acreditei que eu estava ali. Mas isso, já é história para o próximo post ou próximos. Tenho muita coisa para contar, quem quiser conhecer um pouquinho de como foram das minhas férias, continue me acompanhando por aqui!

Bjos da Emê
Estava com saudade de escrever aqui!

Foto da minha chegada em Londres. Esse café tem em toda esquina da cidade. :)

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sobrinhos postiços!

Ser mãe deve ser maravilhoso, mas ter sobrinhos postiços é bom demais! Quem também é “tia” do filho (a) da melhor amiga, ou da prima (o), dos amigos (a) da turma e até da irmã da sua amiga? Eu não me importo de ser chamada de titia Emê, ou Titia Eme, pelo contrário, eu amo. Eu babo em todos meus sobrinhos e amo tanto cada um que não sei como cabe em mim tanto amor! Ser tia é muito massa!

É Lucca, Benício, Enrico, Maria Clara, Pedro, Gabriel, Heitor, João, Maria Valentina, Céci, Caio, Nathália, Sophia, Ana Luisa, Rafaela, Felipe, Henrique, Geovana e tem até um guerreiro aqui no meio. São tantos sobrinhos que ficaria falando de todos até não sei quando. E pasmem! Alguns eu ainda não conheço, mas já os amo com todo coração.

Cada um com seu jeitinho, alguns acelerados, outros meigos, tímidos, espertos, inteligentes e todos com uma alegria contagiante e um amor tão puro e tão verdadeiro que não me deixam ficar longe deles por muito tempo.

Uma fofura sem tamanho, que dá vontade de encher um por um de cheiros e mais cheiros (Não é legal beijar bebê, viu gente?). Um cheiro ta de bom tamanho. risos). O sistema imunológico do bebê se fortalece com o tempo, aumentando assim sua imunidade. Dessa forma, evitem o beijo, evitem usar perfumes muito fortes e cosméticos quando forem pegar os sobrinhos amados. Vamos combinar que não é fácil resistir a tanta gostosura né meninas?

Eu tenho tias que não são minhas tias, são minhas primas, mas as chamo assim desde que nasci. E posso falar, é tão bom ter tias postiças também! Amo quando elas dizem: “Essa é minha sobrinha”. Muitos não entendem porque elas, na verdade, não têm sobrinhos, mas eu e meus primos todos somos sobrinhos delas. E é tão bom!

Minha mãe me conta que quando eu era pequena, minha tia postiça me colocava na garupa da sua bicicleta e andava comigo para todo lado em Iporá (minha cidade natal). Me enfeitava toda! Acho que eu devia ser tipo, a boneca delas. (risos) Ganhei o apelido de “Nininha” dessa minha tia, que, com o tempo, passou a me chamar de Eme. O apelido diminuiu, mas o amor continua o mesmo!

Quero ser assim com meus sobrinhos postiços. Uma tia sensacional como minhas tias postiças. Agradeço a Deus por ter me dado meus sobrinhos (a) e pela oportunidade de ter minhas tias postiças também! 

#MuitoAmorPorMeusSobrinhos

Mimando o Enrico

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Somos TODOS GIGANTES!

Na semana passada, uma audiência pública em Brasília fez muita diferença para familiares e portadores do nanismo. Eles lutam para colocar fim a indiferença e  discriminação. Um Projeto de Lei já está no Senado Federal para aprovar o dia 25 de outubro como o de Dia Nacional do Combate ao Preconceito à Pessoa com Nanismo. 

O Brasil poderá se juntar a outros 29 países que já incluíram em seu calendário uma data específica para campanhas informativas sobre o nanismo, doença genética que provoca um crescimento esquelético anormal, resultando num indivíduo cuja altura é muito menor que a média de toda a população.

Em Goiânia, mora o lindo Gabriel, de oito aninhos.  Ele tem acondroplasia, o tipo mais comum de nanismo. Os indivíduos com acondroplasia têm uma estatura média entre 1,20 e 1,40 quando adultos e normalmente são pequenos gigantes, filhos de pais de estatura normal, como é o caso da família do Gabriel.

Juntos, os pais do Biel, Juliana Yamin e Marlos Nogueira, idealizaram a campanha – Somos Todos Gigantes, que luta por um Brasil sem preconceito, um Brasil melhor, inclusivo, mais solidário e justo para todos. “Queremos motivar outros pais a entenderem que quanto mais nos fazemos de vítimas, menos colaboramos para mudar realidades”, afirma Juliana.

A luta dos pais de Gabriel é para que todos tenham o direito de viver uma vida normal. "Este é um desafio da nossa casa, do Biel e de tantos outros pequenos gigantes excluídos, ridicularizados, sem vez e sem voz", completa Juliana.

Que tal abraçar essa causa e unir forças em prol de um país sem exclusão? Lembrem-se que a curiosidade e a desinformação alimentam o preconceito.

Eu apoio essa luta! Apoie você também! 

Para mais informações, o contato da Juliana Yamin é: juliana@yamin.com.br e o facebook esta linkado ao seu nome no texto!

Curiosidade
Você sabia que nos demais países a data 25 de outubro foi escolhida em homenagem ao já falecido ator norte-americano Billy Barty? Billy tinha nanismo e foi uma das primeiras pessoas a lutar contra o preconceito. Para isso, fundou a instituição Little People of America.

Beijos da Emê!


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Segurança, cadê tu?

Hoje quero falar de um tema bastante delicado e que tenho certeza que assombra muita gente, inclusive eu. O tema escolhido para esse post é “Segurança”. Sofremos com a falta dela e a cada dia que passa ficamos reféns dos bandidos e da marginalidade. Em maio de 2014, eu e meu namorado fomos assaltados a mão armada no Setor Bueno.  Venho de uma cidade do interior, onde raramente acontece algo que choque as pessoas, se bem que ultimamente têm acontecido bem mais coisas do que quando eu morava por lá.

Sou da época em que o ser humano era melhor, saíamos de casa e deixávamos a chave de casa na janela ou na caixinha do correio, voltávamos e nada acontecia, esquecíamos a chave do carro na ignição, ou as janelas abertas e quando voltávamos o carro estava lá, acreditem, intacto!

Sou da época em que o carro podia dormir fora da garagem, na porta de casa e que nada acontecia, época que podíamos andar na rua tarde a pé e chegávamos bem em casa. Antigamente podíamos dormir com a janela aberta e sentir o ar puro da noite, sentávamos na porta de casa em cadeiras de fio até tarde da noite e éramos bem mais felizes. Cresci assim!

Quando me mudei para Goiânia (uma cidade com uma região metropolitana de quase dois milhões de habitantes), andava pelas ruas (do mesmo bairro que fui assaltada) sem ter a noção que o perigo era tão grande, acho que por estar acostumada com outra realidade me sentia tranqüila e achava que nada ocorreria comigo.

Hoje vivemos reféns do medo, medo de chegar em casa tarde da noite e abrir o portão da garagem, medo de descer do carro para entrar em casa, de abrir a janela de casa a noite (eu não abro a do meu quarto desde maio de 2014, mas a frente explico o motivo), medo de andar tranquilamente pelas ruas, medo de usar o transporte público, medo de usufruir do que batalhamos tanto para ter, medo de ser feliz.

Era 20h de uma segunda-feira, do mês de maio, muita gente na rua, estava despedindo do meu namorado quando um adolescente abriu a porta do meu carro e colocou a arma na cintura dele. Fiquei em estado de choque, mas ele dizia que queria apenas o carro. Tive medo de morrer e mais medo ainda de perder o Alê, pois a arma estava apontada para ele. O bandido, nervoso, pediu que saíssemos do carro. Apressadamente o Alexandre saiu e então o adolescente (que não deveria estar ali, nos coagindo) pediu para que ele não olhasse para trás. E eu? Continuei dentro do carro sem conseguir me mover, fiquei sem ação e com a bolsa no colo.

― Meu Deus, pensei, isso não é verdade ―. Pisquei várias vezes achando estar enganada ou que apenas estava entendendo errado. Mas aquela cena era verdade e, quando me dei conta, o cara já estava sentado no banco do motorista. Eu olhava para frente. O Alexandre já estava longe, mas com o olhar desesperado esperando que eu saísse do carro.

O assaltante gritando me mandou sair e, assustada, consegui abrir a porta do carro. Quando ia saindo ele me mandou deixar a bolsa. Quase desmaiei, estava tudo lá! Todas as minhas makes, óculos, documentos, inclusive a carteira de trabalho (Estava tirando meu DRT). Perdi tudo!

 Eu tinha mania de deixar tudo dentro do carro. Minha mãe ia fazer uma embolização para conter um aneurisma no cérebro no mês de junho e os exames estavam todos no carro (eu tinha pegado os exames mostrar para neuro). O par de patins que eu tinha andado no final de semana ainda estava no porta-malas. Eu ainda tentei pedir para ele me deixar pegar os exames da minha mãe, sim eu consegui falar isso, não sei como, mas consegui. Em vão, pois ele me mandou sumir.

Fechei a porta do carro e não consegui mais sair do lugar. Fiquei ali parada no meio da rua, o bandido deu ré e sumiu! Sobraram os nossos celulares (que estavam em nossas mãos) e claro o mais importante, nossas vidas. O fato ocorreu na porta da casa do Alexandre, entramos e eu não consegui falar nada, choque total! Bebi uma água e rapidamente voltei à realidade, não consegui chorar e fiquei sem chão. Poderíamos ter morrido.

Depois disso, tenho medo de tudo, suspeito de tudo e de todos, e é insuportável viver assim. Sempre que o Alexandre voltava para casa, eu já começava a me descabelar de tanta preocupação se ele demorava me ligar para dizer que tinha chegado bem. Sentia medo de passarmos por aquela situação embaraçosa novamente.

Meu carro foi encontrado quatro dias depois, batido e com perda total. Graças a Deus eu tinha seguro. Mesmo assim, passei muita raiva, mas depois de muita burocracia da seguradora, tudo se resolveu. Consegui comprar outro carro somente em julho, época da cirurgia da minha mãe. Tivemos que refazer todos os exames que se perderam no roubo. Mas no final deu tudo certo e aprendi não deixar mais nada dentro do carro.

Depois de um ano e três meses melhorei um pouco e, quando achava que tinha superado meu trauma (fiquei "nóiada"com tudo), novamente aves de rapina levaram minhas coisas. Dessa vez, aconteceu na última sexta-feira, 11. Estragaram meu pára-choque e cortaram o “chicote” do meu carro, todas as portas foram abertas, levaram o estepe, extintor, e as malas que estavam dentro do carro (naquele dia, eu ia para Brasília depois do expediente ver meu namorado). Mas isso já é história para outro post.

Ainda bem que a vontade de ver o Alexandre nada nem ninguém tira de mim! Enfim, depois do embaraço, eu fui para a capital federal, de carona e, como sempre, foi ótimo (mas isso não preciso de um novo post para contar rs).




► Acredito em dias melhores! Dias em que viveremos sem medo!

Bjos 
Emê 

terça-feira, 30 de junho de 2015

Melhor Amigo

Como é bom ter um melhor amigo, um amigo pra chamar de irmão, um amigo que se preocupa com você e até com sua família, um amigo que torce por você, um amigo presente, que mesmo longe está sempre por perto. Um melhor amigo é um presente de Deus!

Eu ganhei esse presente muito tempo atrás. Não vou falar o tempo exato porque é meio constrangedor, vocês descobrirão minha idade, o que eu já faço questão de esconder há um tempo (Risos).

A amizade verdadeira é sadia, simples, é aquela em que não se espera nada em troca. Ter um melhor amigo é uma dádiva e já adianto que não é pra qualquer um.

Mas tem também a parte triste de ter um melhor amigo: quando esse melhor amigo mora longe. Principalmente em datas comemorativas como hoje. Hoje meu super amigo está ficando mais experiente! O meu pedido ao papai do céu é que o abençoe ricamente. Peço também que Deus abençoe seus planos, sua família e seu casamento. E por falar em casamento, Deus já presenteou meu melhor amigo com uma esposa ma-ra-vi-lho-sa, e eu, claro, também ganhei de presente uma superrrr amiga, alegre, engraçada e sempre presente.

Desejo que ele conquiste logo tudo que almeja. É muita coisa, gente, ele não para!!! (risos) Ah! Desejo também que ele e sua esposa voltem logo ao Brasil e que me presenteiem com sobrinhos lindos, estou super ansiosa por este dia! Desejo toda felicidade do mundo a você, meu amigo. Estarei sempre acompanhando seus passos e comemorando contigo suas vitórias, sempre na torcida!! Parabéns por mais um ano de vida!


Bjo p/ quem me acompanha aqui! :*

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Rinoplastia


Como aqui no meu espaço eu falo de tudo um pouco e de tudo que eu gosto, hoje vou falar sobre a Rinoplastia, popularmente conhecida como cirurgia plástica de nariz. Para quem desejar fazer, o primeiro e principal passo é escolher um médico de sua confiança e que tenha bastante conhecimento na área. O cirurgião que escolhi é um grande amigo de infância e que sempre ficava entre os primeiros alunos da turma. Muitos me perguntavam se eu confiava totalmente nele e eu, desde o início, tinha certeza que meu nariz ia ficar perfeito. 

Foi o meu cirurgião e sua esposa que me explicaram que é uma cirurgia simples. Estávamos em uma festa de casamento e na hora das fotos, como sempre, eu não tirei uma foto sequer de perfil. Foi quando trocamos algumas ideias a respeito e assim que chegamos a Goiânia, muito curiosa, marquei imediatamente uma consulta para saber mais sobre a rinoplastia. Eu tinha muito medo de que algo acontecesse durante o procedimento, como, por exemplo, não voltar para o quarto. 

A minha primeira pergunta foi: “E se eu morrer, amigo?”. Nessa hora ele me respondeu com uma calma tão grande e com uma certeza tão absoluta que nada aconteceria, que já sai de lá com a cirurgia marcada: 01 de agosto de 2013. Detalhe, eu nunca tinha passado por nenhuma intervenção cirúrgica. Claro que ele não me respondeu apenas essa pergunta, conversamos por cerca de 1 hora, tirei todas as minhas dúvidas e sai de lá super tranqüila e querendo mais ainda ficar com o nariz lindo. É muito importante escolher um médico que te dê atenção, que converse com você, que te tranqüilize e tire todas as suas dúvidas. Isso é essencial na escolha do profissional.

Fui andando para a sala de cirurgia, na saída do quarto chorei quando me despedi da minha mãe. O medo de não voltar continuava. Quando deitei e vi todos aqueles aparelhos ao redor, me desesperei e chorei muito. Só estavam o anestesista e as enfermeiras na sala de cirurgia e eu chamava insistentemente pelo meu amigo e cirurgião. Apaguei antes que ele chegasse e quando dei meu último suspiro antes de adormecer, pensei que tudo estava perdido e que aquele era o meu fim. Lembrando que esse é o procedimento correto: o anestesista prepara o paciente para a cirurgia e em seguida o cirurgião chega. Mas eu queria meu amigo ali logo, poxa! (Risos)

Acordei meio tonta com meu amigo e cirurgião me perguntando com o que eu estava sonhando. Acreditem! sonhei que estava me casando, numa festa linda e que meu buquê era amarelo, cor forte e bem marcante no sonho. A maioria dos meus amigos(as) de infância já estão casados e eu ainda não, mas quero deixar claro que estou bem como estou, viu? (risos). Quando contei o meu sonho, a pergunta do meu cirurgião foi: “Eme, e quem era o noivo?”. Com uma voz chorosa e sob efeito da anestesia respondi: “Não deu pra ver, amigo”. 

Cheguei ao quarto e minha mãe linda estava lá me esperando! Minha parceira de todas as horas. Olhei pra ela sorri e disse: “Mãe eu não morri”. Colocaram-me na cama e eu já queria ver como estava meu nariz, tirei várias fotos, mas não dava para ver nada do resultado, só o rosto totalmente redondo.  Minha cirurgia foi às 7h e comecei a ficar com o rosto roxinho à noite. Não senti dor, nem da picada da agulha para o soro. Quase na hora do almoço, meu cirurgião foi me visitar. Como eu só iria ver o resultado depois de 15 dias (é, você fica com o gesso 15 dias), ele tirou uma foto do meu nariz no final da cirurgia, antes de colocar o gesso. Fiquei tão emocionada que chorei de alegria quando vi meu narizinho novo!




Recebi apenas uma visita, de um amigo de trabalho. Não contei para muita gente, então nem esperei visitas, mas esse meu amigo sabia e fiquei muito feliz com a visita dele. Ele olhava pra mim com cara de espanto, mas a todo momento tentava disfarçar. Tipo “coitada, está toda quebrada”. Lembrei aqui de uma tristezinha. Escovei meu cabelo para ir para o hospital e tals. Depois da cirurgia, meu cabelo estava grudado e fiquei com muita raiva. Portanto, se você vai fazer a "rino" nem precisa ir de cabelo escovado, eles lipam seu rosto e passam um produto que encosta no cabelo todo ao redor do rosto. (risos)

Na manhã do dia seguinte recebi alta e fomos para casa. Todo dia tirava foto pra ver se algo tinha mudado. Já fazia de tudo, mas ficava boa parte do tempo deitada, pois às vezes ainda sentia tontura. Em casa recebi várias visitas, viu gente! #Ufa! Uma amiga de São Paulo veio passar uma semana em Goiânia e chegou no meu terceiro dia de operada. Eu já estava ótima, mas o gesso ainda estava lá! No quinto dia após a cirurgia resolvemos ir para Iporá (Minha cidade natal). Eu queria apresentar à minha amiga minha cidade que tanto amo. A roxidão durou exatos cinco dias. Durante todo o tempo o meu medo era que alguém encostasse no meu nariz e ele ficasse torto, andava longe de todo mundo.

No 14º dia após a cirurgia, fui enxugar meu corpo e bati a toalha no nariz e o gesso caiu. Quando vi o gesso no chão, não tive coragem de olhar no espelho. Fiquei desesperada e liguei para meu cirurgião, quase onze horas da noite. “O gesso caiu, socorro e agora?”, e ele naquela calma de sempre respondeu: "fique tranqüila, não tem problema. Amanhã te espero no meu consultório pela manhã". Coloquei a mão tampando o nariz e fui para a frente do espelho, soltava dedo por dedo com medo de ver o resultado. Achei incrível. Fui dormir super tarde, acordei umas duas vezes de madrugada para olhar no espelho. Estava transbordando felicidade.
  
No 15º dia você tem apenas uma noção de como vai ficar seu nariz, pois ainda está muito inchado. No terceiro mês o nariz já está praticamente como vai ficar, mas o resultado total só com 1 ano de cirurgia. Ou seja, o meu não tem mais jeito! (risos). Brincadeira, estou super satisfeita com ele assim.

 Com 15 dias voltei ao trabalho. Só queria saber de tirar foto de perfil, aliás, graças a Deus e ao meu querido amigo, hoje não tenho mais esse problema. Gente, é uma maravilha! Foi tudo como meu médico me disse no dia da consulta, não senti dor, deu tudo certo e foi uma cirurgia bem tranqüila. Não é publicidade, heim, eu o indico pelo ótimo e capacitado profissional que ele é. Muitas amigas já fizeram cirurgia com ele, até minha vizinha viu meu nariz e fez sua rinoplastia com ele também. Por último, foi a mãe de uma amiga, mas a cirurgia foi outra e essa parte já é segredo! 

Eu sempre digo que a minha rinoplastia e o seguro do meu antigo carro (q foi roubado), foram os investimentos mais bem feitos da minha vida! ;)


O meu cirurgião plástico é o Dr. Fernando Paolo e essa é a sua FanPage . Entre, curta e conheça mais sobre o seu belo trabalho.

Confiram o meu antes, durante e o depois da rinoplastia!







Qualquer dúvida estou aqui tbm!
Bjos da Emê



Bjos da Emê