terça-feira, 14 de julho de 2020

Cappuccino Cremoso!


Oi, gente!!

Meus amigos conhecem minha paixão por cappuccino que acompanhado do pão na chapa é o meu tormento diário! Rs

Vi essa receita na internet há mais ou menos um mês. Achei bonita e que poderia ficar parecido com o cappuccino que compro diariamente na “Panificadora Moreira” em campinas.

Sai do trabalho e no caminho para casa, resolvi que faria o tal cappuccino. Passei no mercado comprei os ingredientes e lá fui eu. Comecei a fazer, minha mãe deu uma olhada naquele negócio líquido demais e disse: “Certeza que é cappuccino?” eu respondi rindo, que achava que sim.

O braço doeu, mas no final o cappuccino saiu e ficou bem gostoso! Fiquei tão feliz que postei no Instagram a minha vitória na cozinha. Não sou muita boa quando o assunto é esse, então, precisava comemorar e exaltar a conquista! Ahahah

Muita gente me pediu a receita e resolvi compartilhar no meu blog junto com esse pequeno texto já que toda jornalista raiz gosta de descrever o feito ou o fato!

Espero que vocês gostem!

Ah! Preparei o meu com leite e, para uma xícara média, usei duas colheres de cappuccino. Tem pessoas que preferem preparar seu cappuccino com água, então você decide o que mais gosta finalize com o chantilly e seja feliz!

Ingredientes:

  • 300g de açúcar refinado
  • 50g de café solúvel (Usei o Nescafé)
  • 75g de chocolate em pó (50% cacau) - usei o que eu tinha em casa: Toddy
  • 200ml de água fria
  • Canela a gosto (como não gosto eu não usei no meu preparo)

Modo de preparo:

  • Bata todos os ingredientes na batedeira por aproximadamente 10 minutos até virar mousse.
  • 2 Depois de pronto, coloque no freezer
  • Atenção: O cappuccino tem uma data de validade de 40 dias (estando direto no freezer).



Como não tenho uma xícara bonita, peguei essa foto da internet, mas o café é isso ai! :)


sábado, 4 de julho de 2020

Eita, a tal da música!

Já parou para pensar o quanto você mudou no decorrer da sua vida? A correria do dia a dia nos impede de fazer algumas reflexões que fazem bem pra nossa alma. Matar a saudade de um tempo bom renova. É bom olhar pra trás e ver o quanto mudamos, o quanto evoluímos, vivemos e  melhoramos.

Tô aqui em casa, em um baita sábado, no meio de uma quarentena pandêmica bebendo uma cerveja e ouvindo músicas que me lembram uma época massa da minha vida. Não que agora tenho vivido um tempo menos legal que antes, pelo contrário, tem sido sensacional.

Tá bom! Tudo bem que tem sido um tempo meio estranho, com muita coisa louca acontecendo, mas pensar em coisas boas faz tudo ficar melhor. Eu amo relembrar os tempos áureos da minha vida por meio da música! Música marca demais. Todo mundo tem aquela música que te lembra algo ou alguém. Música é vida!

Comecei meu momento retrô ouvindo Jota Quest e lembrei de quando me mudei pra Goiânia. Todo fim de semana tinha um show na cidade. Jota Quest e Dado Vila-Lobos foi o meu primeiro show. Na época, morava com meus tios e tinha hora pra chegar em casa (essa parte era chata, mas mesmo assim era legal).  Tudo era novidade, e a música que marcou bastante esse dia foi “Encontrar Alguém”.  Eu não tinha ninguém pra encontrar, muito menos pra cantar comigo, mas curti a música inteirinha. Ahahah

Depois ouvi Titãs. Teve uma época que a música “Flores” era muito tocada em Goiânia. E nesse tempo teve show do Rappa no “Ara Macao”. Quem é dessa época sabe o que é isso. Pra quem não é desse tempo, eu explico: Esse nome é de um espaço de eventos que existia no Clube Jaó, onde aconteciam os melhores shows e as melhores festas da cidade. Bons tempos!! Fui com minha amiga Anastácia, cantamos todas as músicas e encontramos Goiânia inteira nesse show. Foi demais e, como sempre, voltei pra casa bem cedo, hora marcada e “tali” coisa!

Também ouvi Paralamas do Sucesso! Gosto de todas as músicas dessa banda maravilhosa! Aprendi a gostar de todos esses artistas, com meu primo, Fabrício! Sempre fomos muito parceiros! Não tive a oportunidade de ir a nenhum show do Paralamas, mas as músicas marcaram um tempo muito bom em minha vida. Tempo em que eu saia do colégio, andava mais de 10 quarteirões a pé com minha amiga Fernanda pra chegar em casa e ainda assistia o TVZ do Multishow antes do almoço. Não tínhamos muita preocupação e tudo era tão mais fácil! Rsss
Do Paralamas posso citar algumas músicas preferidas: “Meu Erro – com Zizi Posse; Lanterna dos Afogados; La Bella Luna e Saber Amar”.

Ai que saudade gente!

Quando o assunto é lembranças, o “Rappa” não pode ficar de fora de jeito nenhum. Ouvia muito na minha adolescência. O Rappa e Nativus (nome da banda Natiruts na época) foi um outro show muito bom que fui com a Anastácia! A gente ia em todos!! Ahaha

Eu sabia todas as músicas! Fui de Goiânia à Porto Seguro ouvindo esse CD. Sim, na época o som do carro era de CD. Como eu não durmo em viagem, decorei todas as músicas. Me lembro também, das rodas de amigos em Iporá.  O “Cuiei” tocando violão e todo mundo acompanhando. Nossas férias eram regadas a encontro dos amigos e muita conversa boa. Dessa época eu lembro também que ele tocava sempre “Chão de Giz do Zé Ramalho. Era bom demais. E quando chegou a época do vestibular? Cada amigo que passava a gente fazia uma festa! Minha mãe quase enlouquecia! Todo dia a gente tinha um motivo pra encontrar a turma e ouvir boas músicas. Que bom que temos pra aflorar as nossas memórias!!

Lembrei também de todos os feriados, da pecuária, férias, comemorações de vestibulares em minha cidade. A música marcava tanto nessa época, que existiam as serenas. Ah! As serenatas!! Essas sim eternizaram momentos e marcaram muitos corações. Quem viveu isso em Iporá entende bem o que eu estou falando! rss

Lembro-me de sentar na porta da casa de uns amigos (interior tem muito isso de sentar na porta de casa pra jogar conversa fora), ouvir música e pensar no futuro. Ainda estávamos no 2º grau e não tínhamos a menor ideia do que seria de nós dali p/ frente! Esses meus amigos formaram em Uberaba, (Fisioterapia e Odontologia), casaram e hoje voltaram para Iporá. São felizes lá, cada um com sua família.

Finalizei a tarde de lembrança musical ouvindo kizomba e lembrando da última viagem que fiz! Pra cada momento da vida da gente existe uma música! Hoje, mesmo com a correria do dia a dia ainda podemos ter lembranças e viver momentos que lembraremos em um futuro bem próximo. Faz bem lembrar o que vivemos, o que mudou em nossa vida e ainda, dá pra pensar e quem sabe fazer planos para o futuro. Coisa boa é saber viver o momento e ser feliz independente das circunstâncias.

E você, me diz ai se a música marca sua vida. E se a resposta for sim, qual é a música marcante?!

terça-feira, 30 de junho de 2020

Sobre medos...

Você já parou para pensar sobre o quanto o “medo” atrapalha a gente? Ontem fui dormir pensando em quanta coisa legal já deixei de fazer simplesmente por medo de dar errado, de julgamentos ou até mesmo de me arrepender depois.

Logo que me formei e comecei a trabalhar com jornalismo, uma ex-chefe me pediu um artigo e eu pensei: “Meu Deus, eu não sei fazer isso!”. Quase perdi o emprego porque eu não fiz o texto. Não tinha ideia por onde começar, mas posso dizer uma verdade? Eu nem tentei. Coloquei na minha cabeça que eu não sabia fazer e pronto.

Carreguei isso comigo uma vida inteira. Essa ex-chefe tentou mais algumas vezes, em vão. Seis anos se passaram e comecei em um outro emprego. O primeiro assunto falado na entrevista foi “você faz artigo?”. Eu estava desempregada, etão respondi na lata, com o coração apertado e o medo entalado na garganta: “Sim, eu sei fazer artigo”.

Acreditem, saí da entrevista torcendo para não dar certo porque eu teria que fazer o tal do artigo. Uma semana depois me ligaram. Deixei cerca de 30 concorrentes pra trás e ganhei a vaga. Fiquei DESESPERADA. Um misto de sentimentos tomou conta do meu ser: alegria por ter conseguido o emprego e medo porque eu ia ter que fazer vários artigos. Falei em voz alta: “Santo Pai, me ajuda”.

Na hora liguei para uma amiga, meu braço direito, a melhor editora de todos os tempos. "Amiga do céu, me ajuda. Você acha que eu consigo?". Eu precisava do emprego, ela acreditou mais em mim do que eu mesma. E no final de  toda conversa me disse: "eu te ajudo no que você precisar! 
Ps.: Os amigos fazem toda diferença em nossa vida, né gente?

Lá fui eu, aceitei o emprego. Escrevia matérias, conteúdo para redes e ARTIGOS! Escrevia e mandava para essa minha amiga avaliar. Ela me dizia o que podia ser melhorado e eu sentava e escrevia mais e mais e mais. Até os olhos arderem!

O primeiro artigo que fiz consegui que fosse publicado no veículo de maior expressão em meu Estado. Quem assinou foi um cliente que hoje trabalha no mesmo local que eu. Tenho o jornal guardado até hoje. rss

Depois disso, vieram outros artigos e a cada publicação eu vibrava por dentro por entender que eu sempre fui capaz, o que me atrapalhava era o meu “medo” de não conseguir, de falhar. 

Esta semana decidi escrever o meu primeiro artigo, que eu mesma assinei. De forma simples, falei sobre a importância do amor em tempos difíceis como o que estamos vivendo. Essa pandemia tá deixando nossa vida de cabeça p/ baixo!

Meu artigo foi publicado no jornal da minha cidade. Fiquei feliz por ter marcado este momento da minha vida, em que venci um trauma em um veículo da terra que vem meus valores, o lugar de minha essência, onde estão minhas raízes e que marca toda minha trajetória como ser humano. Como a filha do Edson e da Maria Virgínia. Eu consegui! Medo superado. Praticar ajuda bastante!  Quem diria!!! ahahaha

Com esse texto que quero incentivar você a vencer seus medos. Assim como eu fui capaz, você também é. Tenha objetivos, lute por suas conquistas, viva sem medo. Seja feliz!

Crédito: Jota Eurípedes


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Cuidemos do nosso HOJE!

Tenho recebido tantas notícias de falecimentos de pessoas queridas de um amigo aqui, de outro acolá, que fico pensando sobre a maneira como vivemos atualmente, em meio a uma correria que nos deixa um raro espaço para que possamos dedicar um tempo às pessoas que amamos. É aquela velha história: devemos aproveitar aquele momento feliz, ele pode não se repetir. A frase é simples e clichê, mas é verídica e se pensarmos com profundidade veremos que de fato a gente perde muitas oportunidades de ser feliz, por receio ou até por esquecer que a vida é "trem bala". 

Não sabemos como será o amanhã. Podemos planejar, sonhar, mas o futuro pertence somente a Deus e a sua vontade e os seus planos são bons, perfeitos e agradáveis (Romanos 12:2). Confiemos no senhor, mas nem por isso deixemos de viver ao máximo as delícias da vida rodeados de amor!

Não deixe de dizer que ama alguém quando você realmente amar. Abrace mais, fale mais, seja presente. Cuide e jamais deixe para um outro dia o que você pode viver hoje. Seja um café com seus pais ou um acompanhamento em uma consulta médica, isso pode fazer diferença.

O mundo em que vivemos está carente de amor, de gestos e de carinho. Pare e olhe ao seu redor e responda a essas perguntas: Falou com seu irmão hoje? abraçou seus pais? (se ainda os tiver presente em sua vida), ou se morarem longe de ti, falou com eles hoje? E seus amigos, como vão?   Não vale responder: Ah, ele está bem, vi pelo instagram que está super feliz!

Em tempos de redes sociais o desamor desabrochou e elas têm nos afastado cada dia mais do que é realmente especial em nossas vidas. O que quero dizer com esse texto é: aproveite os bons e maus momentos para abraçar quem você ama e dizer o quanto esta pessoa é especial. Amanhã podemos não mais estar aqui ou não ter quem queremos, e aí, será que você foi feliz?

A vida é realmente curta. Desejo que possamos saber transformar momentos tristes e de chateações em oportunidades de amor, em realizações de sonhos e em demonstração de
afeto. Viver de forma simples, sem ostentação, mas com amor, pode ser maravilhoso. Só depende de nós.

Com amor, Eme!



segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Dos lugares que visitei, Portugal foi o que mais amei!


Já pararam para pensar que cada dia de nossa vida rende uma história? Alegrias, surpresas, acaso, destino, Deus, tristezas, choros, incertezas... Um misto de sentimentos que fazem de nós seres humanos mais vividos e esclarecidos. Certos de que o tempo é valioso e que cada abrir dos olhos é motivo de agradecer. 

Foi assim minha última viagem. Saí de casa sem querer ir e fui surpreendida por Deus. Visitar minha tia era o plano inicial e, no final, voltei de lá deixando um pedacinho de mim. A primeira parada foi Lisboa. Cidade linda, de um povo caloroso, onde me senti bem e em paz. O dia estava lindo. O sol e o frio me receberam de maneira agradável. De toda forma, quase congelei!  Mas o abraço da minha tia aqueceu-me. Muitos anos sem nos ver, as lágrimas caíram e ali começaram meus dias em terras portuguesas.

No primeiro dia fomos jantar na casa de um casal de amigos portugueses. Ah! Tão queridos. Fiquei completamente encantada com a recepção. Muita conversa boa, mesa farta e vinho, muito vinho. Bebi tanto que no fim das contas estava quase a confundir Emelline com “Dona Ermelinda” (risos).

A cada dia que passava, conhecia mais pessoas especiais. O povo português tem um coração bom e uma alma transparente. Fiquei muito impressionada com isso. No segundo dia, quase não acordei. Depois de sobreviver ao Dona Ermelinda, resolvemos ir ao Casino. Lá consegui perder minha bolsinha de dinheiro antes mesmo de começar a jogar. Desejei sorte ao infeliz que a encontrou e não me devolveu. Mas como dizem que precisamos perder para ganhar, antes que o dia terminasse, conheci mais uma pessoa especial. Eita, que essa foi especial demais! Até esqueci do dinheiro que perdi no Casino.

Alguns chamam de destino, outros chamam de sorte. Têm algumas coisas que acontecem na vida dá gente que não dá para explicar. Sei lá, parece que precisava acontecer. Só precisamos entender qual a lição podemos tirar desses acontecimentos, até porque nada é por acaso nessa vida, se aconteceu, tinha que acontecer!

O terceiro dia amanheceu mais frio que o normal. Partimos em direção a Sintra. Bateria dos celulares carregadas com o GPS no comando de tudo, depois de Deus, é claro! Perdemos as contas de quantas vezes erramos o caminho dos castelos que queríamos conhecer. Ficamos mais de uma hora subindo e descendo a serra à procura do lugar certo para estacionarmos o carro que meu amigo me emprestou nos dias em que estive nas terras de Cabral. Graças ao roteiro personalizado do @conversadeviagem, encontramos a Vila de Sintra. Uau! Que lugar lindo. Que povo lindo. A fome batia e paramos para comer. Meu pedido foi um carpaccio de carne. Não tem erro. Tudo bem que não era melhor que o carpaccio do Mercatto (meu preferido da vida), mas, acompanhado de um vinho, desceu super bem.

Em Portugal pode-se dirigir depois de uma taça de vinho. Só é preciso ter controle e não passar disso. Consegui! Pelo menos durante os momentos em que estava ao volante, correu tudo bem. (risos)

A minha tia e a nossa amiga não foram tão felizes em seus pedidos. Reclamaram a valer da escolha, do restaurante e de mais algumas coisitas, mas acho que de resto elas foram felizes durante a viagem.

Nos empolgamos na Vila de Sintra e, quando conseguimos chegar ao Palácio Quinta da Regaleira, o local tinha acabado de fechar para visitação. Os outros nem tentamos por ser o mesmo horário de funcionamento. Prometi voltar para visitar os Castelos e Palácios. Apesar de feliz e bastante proveitoso, um dia foi muito pouco para usufruir de tanta beleza.

Chegamos em casa em paz. Modéstia à parte, a motorista era muito boa e fez toda diferença. (risos). Me achei muito empoderada dirigindo na Europa. Só para constar!

Se você gostou do texto e está ansioso (a) para a continuação, comenta! ahahah







quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Feedback de respeito




Desde julho, tenho dormido pensando nesta postagem. Risos

Durante uma festa de aniversário de uma best friend em Iporá, minha cidade natal, encontrei vários amigos de infância, entre eles, uma amiga que não encontrava há tempos. Depois que a gente cresce, nossa vida, que antes era bem calma e rodeada de amigos com os mesmos propósitos (ir ao clube, comer sanduíche, jogar bola, brincar de adedonha e afins), vira uma coisa de louco, com muito trabalho, pouco dinheiro e é um tempo em que encontrar os amigos de infância é uma missão quase impossível. É cada um correndo atrás dos seus sonhos e aquele ditado “Cada uma para si e Deus para todos”.

Como não gosto de nomear meus personagens, não vou colocar o nome dessa minha amiga aqui. Ela me viu de longe, e foi falar comigo. Nos abraçamos e ela me contou que leu meu blog várias vezes até criar coragem para fazer sua tão sonhada rinoplastia. Nem sei explicar o que eu senti, pois achei que só eu entrava aqui. Um lugar público, numa terra sem lei, onde eu coloco um pouco de mim e que até então eu achava que ninguém dava à mínima.

Ela me disse que a cada linha lida, a vontade de mudança aumentava. E ao ver o meu resultado, ela disse que não pensou duas vezes, mesmo depois de ler algumas vezes o texto. Foi lá, agendou a consulta e logo em seguida a cirurgia. “Emelline, você descreveu tudo como exatamente é, até o medo de morrer”, ela disse sorrindo.

Ouvir aquele feedback me deixou tão feliz que vocês não têm ideia do quanto isso me fez bem. Ah! E ver ainda que ela estava feliz e realizada, depois de ter feito o procedimento tão desejado, cara! Eu achei isso muito massa! Tão massa que resolvi falar de mais alguns procedimentos estéticos por aqui. Mais isso já é história para um próximo post (risos).

E ai, qual o feedback de vocês? Gostaram do texto?
Bjos da Emê

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O dia em Versailles

Vai ter continuação sim!! Bora lá...

Que eu gosto de foto, todo mundo sabe, né? Não é segredo para ninguém. Tia Marilda que o diga, quase virou uma fotógrafa profissional de tanta foto que tirou de mim durante essa viagem. Ahahaha

Ainda em Paris, acordamos bem cedinho, com a sensação térmica de -1°, praticamente congeladas, resolvemos que passaríamos o dia em Versailles. Por ser um pouco afastado e muito grande, precisávamos de muito tempo para ver tudo por lá.

Caía uma chuvinha fina, minha tia resolveu comprar uma sombrinha. Eu achei que o chuvisco ia parar e não comprei. Na verdade queria economizar para comprar perfumes. Ahahaha Me lasquei, choveu o dia todo!  Lembro que a sombrinha era bem bonitinha, charmosa, toda silkada com o nome da cidade mais linda do mundo “Paris”. Mas posso falar uma verdade? bem fraquinha viu! No primeiro vento ela já ficou toda torta. Lá fomos nós, assim mesmo, no chuvisco e de sombrinha torta. Eu e minha tia gargalhávamos com a situação, mas estávamos em Paris,  né bem?  tudo era festa. (Risos)

Chegando em Versailles, gente do céu! Tinha uma fila gigante para entrar e o chuvisco engrossou. Pensa a situação: um frio de lascar, ou melhor, de congelar, e eu e minha tia dividindo uma sombrinha torta em uma mega fila. Cada um na fila reclamando em uma língua diferente. Ahahhaha foi muito engraçado! A sombrinha “troncha” nos salvou. A maioria dos visitantes não tinham levado nada e as sacolas de souvenirs dos passeios anteriores, guardadas na bolsa, viraram sombrinhas.

Conseguimos entrar, a segurança era tremenda. Fomos logo depois do último atentado em Paris, em novembro de 2015, então a atenção era dobrada. Lá dentro nos deram um "radinho" que explicava tudo, cada ambiente, cada quadro, tudo. O meu ficou no pescoço só de enfeite, porque não consegui colocar na língua Portuguesa. Mas tudo bem. Kkkk

Toda hora que parávamos para tirarmos alguma foto, tínhamos que tirar as luvas para usar o touch do celular. Tirávamos a foto, colocávamos as luvas novamente porque os dedos já começavam a congelar. E era assim o tempo todo. Tira luva, tira foto, coloca luva. Nessa brincadeira minha tia perdeu a luva chique dela. Quase morreu de raiva. Me fez voltar vários ambientes procurando a luva e nada. Foi paia. Ela quase perdeu a mão congelada ahaha (brincadeira).

Eu tive sorte. Tava lá, toda na pose, tirei as luva, esqueci de colocar. Quando paramos para comer no Angelina (uma unidade da casa de chá bem famosa de Paris), me lembrei da luva. Voltei correndo e lá estava ela, linda e solitária no chão. Tá bom, ela não era tão linda assim, acho que por isso permaneceu intacta lá, mas era bem quentinha. Ahahahaha

Resolvemos descer para conhecer o jardim, estava tão frio que resolvemos percorrer tudo à pé para tentar esquentar o corpo. Andamos tanto, mas tanto, que em um momento quase paguei 35 euros no aluguel de um carrinho lá. Mas pensei nos perfumes e desisti. E detalhe: a sombrinha “troncha” sempre à tiracolo. Ainda bem que ela nos rendeu algumas fotos legais.  Ahahaha

Amava soprar no vento e fazer fumaça (coisa de turista que quase não pega temperaturas baixas). Ahaha Era frio que não acabava mais. Andamos, andamos e andamos. Fotos e mais fotos. Voltamos para o hotel quase nove da noite. Estava morta, mas mesmo assim tomei um banho bem quente, coloquei calça, meia, botas, luva, cachecol, casaco e gorro e fui andar sozinha na Champs Elysées.

Aquilo parecia um sonho! A noite é ainda mais linda naquela cidade. Meu Deus! Olhava pra tudo e meus olhos brilhavam. Fiquei parada horas, agradecendo a Deus por estar ali, onde eu jamais imaginei que estaria um dia. Olhava pra frente e via o Arco do Triufo, pra baixo, lá no fundo, via a Torre Eifel. As luzes, o vai e vem das pessoas descendo a avenida mais importante de Paris, os monumentos iluminados. Queria que o tempo parasse ali, naquele exato momento. Não dá para explicar aqui a grandeza da beleza daquele momento, daquele lugar. Sempre que eu viajo, tiro um tempinho pra mim. Gosto de ficar sozinha para refletir sobre vida. Nas minhas viagens sempre tiro um tempinho para isso. Acho que todos nós precisamos de momentos assim, um verdadeiro refrigério para a alma. Esse meu momento em Paris foi um dos mais maravilhosos da minha vida.

Depois, aproveitei para comprar perfumes com as economias que fiz. E pasmem, sozinha, sem falar inglês ou francês. Por sorte entrei em uma loja que tinha uma vendedora portuguesa e ela entendia mais ou menos o que eu falava. A loja estava cheia de brasileiros, com as cestinhas cheias de perfumes, cheias mesmo, tipo de 10 perfumes para mais. Gostei bastante da Sephora de Paris. É animada, tem DJ e tudo mais. Parece festa!

No outro dia acordamos cedo e fomos embora. Jogamos a sombrinha fora, tive que deixar uma bota para trás, era ela ou os perfumes. Pegamos o trem e fomos para Londres...


Continua no próximo post...


Beijos da Emê




Nessa hora eu perdi minha luva